Última atualização: 01/09/2026 às 11:16
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Conselho Nacional do Café destaca crescimento do emprego formal no setor e reforça a importância do diálogo para ampliar práticas sustentáveis na cafeicultura
Por Conselho Nacional do Café | Conexão Safra

Foto: Marcello Casal Jr- Agência Brasil
O Brasil alcançou um marco histórico no mercado de trabalho. A taxa de desemprego recuou para 5,3% no trimestre encerrado em julho de 2026, segundo dados divulgados pelo Instituto Brasileiro de Geografia e Estatística (IBGE). O resultado é o menor registrado para um trimestre encerrado em julho desde o início da série histórica da Pesquisa Nacional por Amostra de Domicílios Contínua (PNAD Contínua), em 2012.
A população ocupada também atingiu o maior patamar da série, com 103,3 milhões de pessoas trabalhando, enquanto o contingente de empregados do setor privado com carteira assinada chegou a 39,4 milhões, novo recorde.
Para o Conselho Nacional do Café (CNC), os indicadores reforçam a relevância das políticas de geração de emprego, da formalização das relações trabalhistas e, sobretudo, do diálogo permanente entre Governo, trabalhadores (as) e setor produtivo.
Cafeicultura se destaca na geração de empregos formais
Neste contexto, dados do Novo Caged, do Ministério do Trabalho e Emprego (MTE), demonstram a força da atividade cafeeira na geração de oportunidades formais de trabalho. Somente em junho, o cultivo de café registrou saldo positivo de 4.630 empregos formais, distribuídos por 464 municípios brasileiros. A atividade ficou entre as principais responsáveis pela geração de empregos no setor agropecuário naquele mês.
No acumulado do primeiro semestre, o cultivo de café alcançou aproximadamente 29,2 mil novos postos formais de trabalho em 663 municípios, evidenciando a capacidade da cafeicultura de gerar renda, oportunidades e proteção social nas regiões produtoras. O resultado acompanha o ciclo produtivo da cultura, especialmente o período de colheita, mas também evidencia a crescente importância da formalização das relações de trabalho no campo.
É nesse ambiente que o Conselho Nacional do Café destaca o trabalho desenvolvido, ao longo dos últimos anos, em parceria com o Ministério do Trabalho e Emprego e com as entidades representativas da cafeicultura.