Os filhos do café que estão reinventando o negócio da família

Última atualização: 01/10/2026 às 15:47

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No Dia Internacional do Café, conheça uma geração de sucessores que está mudando a gestão de fazendas, construindo marcas e levando o grão para além da porteira.

Montagem Forbes

As irmãs Tatiana, Juliana e Poliana Favoreto, mais Leonardo Montesanto Tavares e Luiza Borges Oliveira

Leonardo Montesanto Tavares, Luiza Borges Oliveira e as irmãs Tatiana, Juliana e Poliana Favoreto não se conhecem e nunca estiveram na mesma mesa. Mas fazem parte do mesmo movimento: uma geração de cafeicultores brasileiros que herdou terra, aprendeu a produzir e se recusa a entregar o grão e encerrar aí a conversa. Por isso construíram marcas, disputaram prêmios internacionais e abriram rotas de exportação. O fenômeno não é só brasileiro. É global. Mas o Brasil, com sua força de maior produtor mundial, está no centro dele.

A brasileira Vanúsia Nogueira acompanha esse reordenamento de Londres, onde fica a sede da Organização Internacional do Café (OIC), entidade que responde por mais de 90% do comércio mundial da bebida. Antes de assumir a presidência da OIC, em 2022, ela passou 13 anos à frente da Associação Brasileira de Cafés Especiais (BSCA), ajudando a construir no Brasil o movimento que hoje se replica em outros países.

Os cafés especiais são aqueles com nota acima de 80, numa escala de 0 a 100 criada pela SCA, a associação mundial de cafés especiais. “Para todo lado você está tendo isso. É o universo acontecendo”, diz ela. Filhos de produtores no Vietnã, nas Filipinas, na Índia e no Brasil criam marcas próprias, conectam-se a baristas e torradores via redes digitais, vendem microlotes para o exterior e disputam feiras internacionais.

Fonte: Forbes

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